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S.O.S. Pele

January 19, 2017

 

Hoje pela manhã minha irmã me ligou de São Paulo, onde mora há anos, e me contou ainda abalada, que retirou um câncer de pele na ontem, numa visita de rotina ao dermatologista. Daí pensei o quanto é comum e perigoso esse tipo de doença num país tropical como o nosso. Olha o que diz esse medico: “O uso de filtro solar é uma proteção indispensável à pele, independente do dia estar ensolarado ou nublado. Se existir luminosidade há sol e consequentemente irradiação”. Ele é o chefe do serviço de Oncologia do Hospital VITA Curitiba, Dr. Evanius Garcia Wiermann. O câncer de pele é uma doença vinculada à exposição solar crônica, não à exposição solar aguda, ou seja, “não é porque é verão que temos mais câncer de pele do que no inverno. A incidência da doença é comum em todas as estações do ano”, destaca o especialista. Segundo ele, quem mora no Sul não está mais protegido do que aqueles que vivem na região Nordeste do Brasil. “Todos têm que ter os mesmos cuidados”, alerta.

É uma doença oncológica do sistema cutâneo e divide-se em melanoma e não melanoma, este é menos grave para mortalidade, isto é, não mata, mas pode gerar a necessidade de cirurgia e radioterapia. É uma doença preocupante, por ser a mais prevalente no Brasil e no mundo. Segundo o oncologista, 1/3 dos tumores sólidos (não hematológicos) se referem ao câncer de pele e não está relacionada à exposição solar que o indivíduo teve em um determinado período do ano e sim às exposições que ele teve durante toda a vida, que ao longo do tempo lesaram o DNA da pele, ou seja, o raio ultravioleta tem efeito negativo sobre o DNA, o que gera lesão e mutação. Devido à exposição cronificada ao sol, quanto mais idosa a pessoa for, maior será o risco de desenvolver o câncer de pele.

Com a doença, surgem lesões que, geralmente, iniciam como uma pinta nova que aparece ou que já existe e muda a característica de cor, forma, tamanho ou, ainda, começa a sangrar ou coçar. São várias características que acometem o tecido cutâneo, na maior parte, em área de exposição ao sol, como face, colo, costas, dorso, pernas. Quanto ao tratamento, se diagnosticado precocemente existem várias maneiras de tratar e controlar a doença - melanoma ou não melanoma, seja por ablação (por meio de uma sonda), cauterização da lesão, medicamentos biológicos para tratamento específicos, imunoterapia, entre outros.

Prevenção é tudo e o fator de proteção do filtro solar não precisa ser elevado, 95% do benefício do filtro acontece com fatores de proteção de 15 a 20. O mais importante é a reaplicação, assim como todo medicamento, o produto tem uma vida biológica que, no caso do fator de proteção, é de duas a três horas de duração.

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